"Uma verdade inconveniente"
Depois de ver o filme “Uma Verdade Inconveniente”, salta-nos de imediato à ideia uma pergunta: Será que esta verdade não é a verdade conveniente ao Partido Democrata Americano? De facto, o filme está salpicado de críticas à administração de George W. Bush. As críticas surgem, umas vezes mais directamente do que outras, e por diversos motivos. Quer seja pela formo como decorreu o processo eleitoral de 2000; quer pela política de combate ao terrorismo de George Bush: ou ainda em questões ambientais como o facto da administração Bush não ter rectificado o protocolo de Quioto.
No entanto, parece óbvio que, sem minimizar a justeza da causa, o momento escolhido sugere algum aproveitamento político. As eleições nos EUA são um bom incentivo. No documentário são sugeridas algumas perturbações na divulgação de informações mais “comprometedoras” para o governo americano que nos conduzem no sentido de alguma falta de liberdade que, porém, parece não existir no filme.
Quanto à questão do aquecimento global, o filme é de facto alarmante, pondo em evidência a realidade que podemos viver dentro de algum tempo se nada for feito. O aquecimento global tem várias consequências nefastas para a vida na terra. O degelo dos pólos, a subida do nível do mar; a submersão de cidades inteiras; a desertificação de vastas áreas de terreno; os invernos mais rigorosos e com tempestades mais fortes e os verões cada vez com temperaturas mais elevadas.
Também no filme é abordada a dicotomia entre crescimento económico e consciência ambientalista. Talvez pareça desvalorizado o conceito de desenvolvimento sustentável. A economia pode crescer respeitando o meio ambiente o futuro.
Quem parece beneficiar da polémica em torno do filme são os produtores. Pelos números que circulam na Internet, desde que estreou em Maio nos Estados Unidos, a película já lucrou mais de 23 milhões de dólares.
Escrito por Tiago Antão, publicado no blog http://efeitossentidos.blogspot.com
No entanto, parece óbvio que, sem minimizar a justeza da causa, o momento escolhido sugere algum aproveitamento político. As eleições nos EUA são um bom incentivo. No documentário são sugeridas algumas perturbações na divulgação de informações mais “comprometedoras” para o governo americano que nos conduzem no sentido de alguma falta de liberdade que, porém, parece não existir no filme.
Quanto à questão do aquecimento global, o filme é de facto alarmante, pondo em evidência a realidade que podemos viver dentro de algum tempo se nada for feito. O aquecimento global tem várias consequências nefastas para a vida na terra. O degelo dos pólos, a subida do nível do mar; a submersão de cidades inteiras; a desertificação de vastas áreas de terreno; os invernos mais rigorosos e com tempestades mais fortes e os verões cada vez com temperaturas mais elevadas.
Também no filme é abordada a dicotomia entre crescimento económico e consciência ambientalista. Talvez pareça desvalorizado o conceito de desenvolvimento sustentável. A economia pode crescer respeitando o meio ambiente o futuro.
Quem parece beneficiar da polémica em torno do filme são os produtores. Pelos números que circulam na Internet, desde que estreou em Maio nos Estados Unidos, a película já lucrou mais de 23 milhões de dólares.
Escrito por Tiago Antão, publicado no blog http://efeitossentidos.blogspot.com


4 Comments:
o k interessa isto para o desenvolvimento do nosso curso ou kal a relevancia disto pa nossa turma?????
talvez pk o filme seja um dos temas para o trab de EPI para 2F!!!!
Não sei, mas foi o que o prof de EPI nos mandou ver para discutirmos na aula. Se calhar sr anónimo porque o ambiente é um problema da humanidade, o que me diz sobre isso?
Claro que se puxar um bocadinho pela sua cabeça vai perceber que até pode ser relevante para o nosso curso, visto que pode um dia trabalhar com a área "ambiente"...
Com os melhores cumprimentos
KISS
tudo o que dizes é de todo a verdade. é o que aparece de facto no documentário que assistimos.
Claro que juntando umas críticas ao actual presidente dos EUA ajuda bastante a que o filme seja alvo de críticas contra esse mesmo governo.
Mas ao mesmo tempo faz o seu sentido, pq é q se preocupam tanto com o terrorismo quando o ser humano está a destruir um planeta inteiro? E é isso que me assusta. O tratado de quioto, todos os gráficos mostrados, todas as imagens visionadas. Assusta. Assusta saber que ainda estaremos cá se tudo isto não abrandar e assusta ainda mais sabendo que serão os nossos filhos e netosque ficarão cá para ver a destruição do planeta terra....
Eu gostei, axo q de vez em qd abalar o governo norte-americano tb é bom. E explicar também o que poderemos fazer para que esta destruição abrande..
o meu comentário não está tão bom, mas vem de dentro... ;)
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